Posts recentes »

Janta 10/08/2016

Bonitas,
Hoje teremos vinhos listados abaixo


Santa Tierra  Estate Carmenère

Conteúdo       750ml
Tipo                Tinto
Composição
Uva                      100% Carmenère
Teor Alcoólico   13,%%
Terroir
País            Chile
Região       Valle de Colchagua
Vinícula    Viña Casa Silva
Sommelier Vinhos do Mundo
Visual             Rubi Intenso
Aroma            Revela todas as particularidades da variedade, possuindo notas de ameixa, chocolate,                                        pimenta e caramelo.
Paladar          Frutado e harmonioso. Final longo e persistente.
Vinã de Aguirre 18 Cabernet Sauvignon
Conteúdo               750ml
Tipo                        Tinto
Composição
Uva                          100% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico      13%

Terroir
País                          Chile
Região                    Valle Central
Vinícula                  Viña de Aguirre
                   
 
                                                                           
 
 
                                                                                                 
 
                                                                                                    L.A. Jovem Brut

Método                                    Charmat
Terroir                                     Indicação de Procedência Altos Montes – Serra Gaúcha – Brasil
Sistema de Produção           Espaldeira
Densidade                              3.100
Colheita                                  Manual
Composição de Castas       20% Riesling 80% Chardonnay
Graduação Alcoólica          12,5%

Encontro das bonitas – julho

Em junho, fizemos um encontro diferente.

Pela mudança de país de nossa bonita Virgínia, Laci, juntou-se à Magna para proporcionar um passeio à uma vinícola. Enquanto Magna fez as tratativas e foi atendida pela Daiane Argenta, de extrema simpatia, gentileza e competência, Laci cuiade de detalhes da diversão e do caminho.

Assim, depois de mudança de datas e combinações que pudessem levar o máximo de bonitas, aconteceu o encontro.

A saída foi na hora marcada e todas as bonitas estavam à postos – saímos 8h30min de Novo Hamburgo rumo à Flores da Cunha. Em clima de excursão, as bonitas receberam crachás… É claro que eles tinhas algo diferente… Pequenas rimas ou lembranças relativas aos nomes…


Petit lanches, água e refri foram oferecidos durante a viajem.

A Chegada foi encantadora. A cidade é muito limpa, linda, totalmente charmosa e a Vinícola Luiz Argenta é de fato espetacular.

Comprovamos a sua fama de ser uma das mais lindas vinícolas do mundo, fomos acompanhadas pela Silvia, que é Sommelier e queridíssima, nos repassou informações sobre a produção, conceito e os cuidados da Luiz Argenta com cada produto de forma muito apaixonada pelo que faz e pela casa, que nos contagiou.

Fizemos degustação de produtos, um espumante e dois vinhos da linha Luiz Argenta. Nosso tour guiado por Silvia pela estrutura da sede da vinícola.  e recebemos de recordação uma taça da Luiz Argenta, particularmente interessante, pois permite a degustação de espumante pelo modelo da parte inferior e de vinhos, pelo seu formato superior.

Tivemos uma super especial fotógrafa desta vez que registrou emoções – a Bonita Márcia.

Fizemos um brinde italiano com espumante na sacada.

Esperaaaaa Magna vem vindo!!!!

As garrafas e as comprinhas foram um caso à parte. Ficamos bem felizes em conhecer uma das vinícolas mais importantes do mundo – Achamos que quem gosta de vinho não pode deixar de conhecer. Visite o site e comece seu encantamento. Luiz Argenta

Tivemos a oportunidade de degustar:

  • ESPUMANTE – L.A. JOVEMMétodo: CharmatTerroir: Indicação de Procedência Altos Montes – Serra Gaúcha – BRASILSistema de Produção: Espaldeira
Densidade/há: 3.100Colheita: ManualComposição de Castas: 20% Riesling 80% ChardonnayGraduação Alcoólica: 12,5%
  • - Colheita manual dos cachos;- Seleção dos cachos e grãos;- Vinificação por gravidade;- Prensagem;- Debourbagem do mosto;- Primeira fermentação na temperatura controlada de 13ºC;- Segunda fermentação em autoclaves na temperatura controlada de 14ºC;- Maturação sobre as borras por aproximadamente 4 meses.
  • Cor: Amarelo com reflexos esverdeados.Perlage: Borbulhas finas intensas e persistentes.Aroma: Fino, frutado e maduro, que lembra pera, frutas cítricas e um leve toque de pão torrado.Sabor: Agradável e fino, apresenta uma ótima estrutura. Perfeitamente equilibrada e com uma boa persistência.
  • Deve ser apreciado em temperatura entre 4ºC e 6ºC. É um produto versátil que acompanha bem o aperitivos, frutas, pratos leves, queijos leves e pratos orientais.
  • VINHO – L.A. Jovem Sauvignon BlancVindima: 2015Terroir: Altos Montes – Serra Gaúcha – BRASILSistema de Produção: EspaldeiraDensidade/há: 3.100Colheita: ManualComposição de Castas: 100% Sauvignon BlancGraduação Alcoólica: 12,5%
  • - Colheita manual das uvas;- Seleção dos cachos e bagas;- Vinificação por gravidade;- Criomaceração a 5ºC por 24 horas;- Prensagem;- Fermentação alcoólica com temperatura controlada a 16ºC com leveduras selecionadas;- Maturação por 5 meses em tanques de inox.
  • Cor: Coloração amarela com intensos reflexos esverdeadosAroma: Aromas muito intensos que lembram frutas tropicais, como o maracujá e pêssego.Sabor: Elegante, jovem e refrescante. Com boa acidez e persistência.
  • É indicada a temperatura de 10ºC. Este vinho harmoniza com carpaccio, queijo de cabra, peixes com molhos cítricos e culinária japonesa.

Encontro das bonitas – junho 2016

Este foi um encontro diferente, as queridas Vera e Fai levaram as bonitas ao Atelier das Massas – “um artista na cozinha”.

Se olharmos o site – O Melhor de Porto Alegre, eles falam assim:

Porque comer é uma arte

Quem entra nesse pequeno e charmoso restaurante, no Centro, além de experimentar algumas das melhores massas da cidade, entra numa galeria de arte. Pelas paredes, quadros e obras do proprietário, o artista visual Gelson Radaelli. Porém, mais do que agradar aos olhos, o ATELIER DE MASSAS é uma dádiva para o paladar. As massas artesanais, feitas pela própria família, são de comer rezando. Mas o destaque fica por conta dos molhos especiais, criados pelo proprietário. A soberba mesa de antepastos reúne queijos, presuntos, conservas, frutas secas e pães artesanais. As sobremesas tiram qualquer um do regime. E, para fechar, a música ambiente reúne o melhor do jazz. Inaugurado em 1992, é hoje uma das referências gastronômicas da cidade.

 

No centro de Porto Alegre, Rua Riachuelo, 1482 – Centro (+55 51 3225-1125) em um ambiente especialíssimo e com o carinho do Gelson – as Bonitas tiveram uma noite única que as fotos podem comprovar a alegria e o prazer vivido.

O caminho já prometia:

Neste clima prazeroso e feliz as bonitas retornam. Sem dúvida, foi uma experiência extraordinária!!!

Encontro de Maio – 2016

Carmem e Magda recebem na noite de 11 de maio as bonitas em um jantar ricamente elaborado e com o carinho de sempre.

Com garrafas especialmente bonitas, uma cozinheira querida e talentosa e ainda o recentíssimos lançamento do Livro “Encontros e desencontros” de nossa amada Cris Manfro, entregue carinhosamente em mãos para as bonitas que pediram, foi uma noite memorável.

Encontro de abril – 2016

Uma noite querida organizada pelas confrades Marcia e Hilda –  Confiram as participações…

E os deliciosos vinhos:

ANGHEBEN GEWÜRZTRAMINER
A palavra Gewürs siginifica “especiaria” em alemão. Já, Traminer quer dizer: “de Tramin”. Tramin ou Termeno é a cidade da região do Trentino/Alto Adige, no norte da Itália onde esta uva é originária. A Gewürztraminer se desctacou principalmente em regiões “germânicas” como a Alsácia (França), a Áustria e a Alemanha, além de sua terra natal no norte da Itália. Suas notas muito intensas combinam frescor e um paladar rico e envolvente.
Safra: 2013
Sistema de Condução: espaldeira simples Colheita: manual
Temperatura de serviço: 06°C a 10oC Características organolépticas:
Angheben Gewurztraminer é um vinho rico e aromático. Cor amarelo palha. Aromas de flores cítricas combinados com notas frutadas de melão e maracujá e final com frutas secas. Na boca é um vinho fresco, pleno e persistente.
Sugestões de acompanhamento:
Frutos do mar, comida oriental, risotos e massas com molhos brancos e ótimo com queijos Brie e Camembert.

ANGHEBEN PINOT NOIR
Angheben Pinot Noir é um vinho jovem e envolvente. De uma delicadeza ímpar seu paladar é cativante convidando a outro gole.
Safra: Corte de Safras diferentes (2015/2014/2013) Sistema de Condução: espaldeira simples Colheita: manual
Temperatura de serviço: 14°C a 16oC Características organolépticas:
Vinho jovem e envolvente. Suas notas aromáticas são complexas e vão desde especiarias como cravo e canela (provenientes dos vinhos mais velhos 2013 e 2014 com passagem por barricas) muito bem combinadas com aromas de frutas vermelhas como morango e framboesa, além de compotas doces, notas frutadas do 2015 sem passagem por madeira) . Paladar envolvente, macio e sedoso.
Sugestões de acompanhamento:
Crustáceos, peixes carnudos (salmão), carnes grelhadas sem gordura, aves assadas, risotos e queijos frescos. Pratos a base de moranga, como camarão na moranga e sopas cremosas.

Março 2016 – primeiro encontro

Começam os trabalhos 2016 – e tivemos o primeiro encontro cheio de delícias:

O local foi o salão de festas da nova casa de Ilda – Lindo, novo, um charme e as anfitriãs foram Ilda e Gilia. 

Didaticamente falando, vamos começar com as receitas e as imagens em ordem de acontecimentos:


“Começamos o encontro com espumante Espumante Hórus Brut  - 60% Chardonnay, 16%Riesling Itálico, 12% Pinot Noir e 12% Merlot.  De visual  límpido, brilhante e coloração amarela esverdeada, é fino e delicado perlage.  Aroma delicado e elegante, com finas notas de frutas tropicais, maçã e pão torrado. Apresenta uma acidez equilibrada, sendo ao mesmo tempo refrescante e persistente. 

Para acompanhar o espumante,  fizemos como entrada biscoitinhos e torradinhas com a “Pasta Provençal Anchoiade”.
 
RECEITA - 
Pasta Provençal Anchoiade (Chef Felipe Santos)

Ingredientes:
– 120 g azeitonas pretas sem caroço
– 100 gramas de aliche ao óleo
– 50 g de amêndoas torradas e sem pele
– 2 dentes de alho descascados
– 2 colheres (sopa) de salsinha picada
– raspas da casca e/ou suco de meio limão siciliano
– pimenta do reino moeda na hora
– azeite de oliva

Modo de fazer:
Coloque no liquidificador todos os ingredientes menos o óleo de oliva e o óleo do aliche.
Junte óleo de oliva ao óleo que retirou do alinhe e complete até dar 150g. Adicione aos poucos à mistura até colocar todo junto a pasta.
Pode guardar em um pote na geladeira e ir comendo com torradas ou até com legumes.

Depois do receptivo e da deliciosa entrada, passamos agora à receita do prato principal – “Filé de Cherne com Bananas” do livro do Cloude Troigross. O acompanhamento foi “arroz” Ráriz com castanhas do pará em lascas e assadas no forno. Também colocamos mini rúculas sobre o arroz para enfeitar….
Não encontrando o cherne, mas como ele é um tipo de garoupa, usamos filé de côngrio!

FILÉ DE CHERNE COM BANANAS
Ingredientes:

PARA O CHERNE E A BANANA
– 4 filés de cherne de 180 g cada
– 4 bananas d’água
– 2 colheres (sopa) de azeite
– sal e pimenta do reino
PARA O MOLHO
– 200 g de manteiga
– 80 g de cebola picada
– 2 dentes de alho picados
– suco de 1 limão
– 2 colheres (sopa) de molho de soja
– 120 g de uva passa preta
– 1 colher (sopa) de urucum
– 4 grãos de pimenta do reino branca
– 1 colher (sopa) de coentro picado
– sal
MODO DE PREPARAR
CHERNE E A BANANA:
Tempere o peixe com sal e pimenta do reino. Doure no azeite. Corte as bananas no meio (horizontalmente) com a casca e coloque na mesma frigideira do peixe. Vire o peixe e a banana e os coloque imediatamente em um tabuleiro.Asse no forno a 180 graus por 12 minutos.
MOLHO
Derreta a manteiga até dourar. Acrescente a cebola e o alho picados. Coloque o suco de limão, o bolo de soja e a uva passa. Junte o urucum e os grãos de pimenta quebrados. Verifique o tempero e adicione o coentro.
SERVIR
Retire as cascas das bananas – disponha no prato lateralmente, disponha sobre elas o peixe e regue com o molho.
HARMONIZAÇÃO
Receita clássica da família Troisgross, muitas vezes testada com tintos leves.

Sobre os vinhos:
Pinot Noir - Este é vinho um muito expressivo, amigável e voluptuoso. Pinot Noir do Vale Casablanca, foi distinguido por suas qualidades aromáticas que permanecm na boca. Possui notas de ameixa, cereja e framboesa que combinam harmoniosamente entre si e incluem notas florais sutis e toques de café e chocolate. A boca é expressivo, equilibrado e agradavelmente persistente.

Casa Silva – Gran Terroir - Valle de Colchagua – Chile
Estes vinhos mostram uma perfeita harmonia entre a sua produção e o consumo. Poderoso, extremamente elegante e complexo. Vindo das melhores uvas das vinhas, que lhe dão todas as características do terroir .
Chardonnay
Com tons dourados claros. Aroma de frutas tropicais e alcachofras. Delicado com notas “esfumadas”. Na boca, cremoso, excelente com balanço ácido, com notas de pêssegos frescos e mel – De “final longo” (permanece o sabor na boca)

A sobremesa fizemos salada de frutas com sorvete creme.” (Texto de Gilia acima)

Teve a hora do cigarro… E até a de comparar sapatos – Tudo foi diversão.

Mas muita, muita alegria – Coisa que bonita sabe fazer bem!!

A Presidente Eni, ao abrir o ano sugere que se faça uma rotatividade de presidentes, para que todas possam imprimir seus jeitos e tragam novas diretrizes. Assim, no decorrer, Berlize sugeriu o nome de Gilia – que foi aclamada pelas bonitas e aceitou ser a nova presidente para o novo biênio.


Além da Alegria, teve despedida, mas essa também foi colorida!!

Noite de Natal 2015 à espanhola

O último encontro das Bonitas em 2015 foi marcado pela descontração mesclada com o espírito de Natal.
As 18 confrades estavam presentes, para alegria das organizadoras Gabriela Santos e Carmem Kauer, que recepcionaram as convidadas vestidas de Papai/Mamãe Noel.


A decoração Natalina foi reforçada com velas personalizadas com a foto de cada Bonita – LINDO!

O espumante escolhido para abrir o encontro foi da Casa Seganfredo, de Gramado (RS).

O tema da noite previa vinhos espanhóis, e as organizadoras optaram por um cardápio da mesma origem.

Como entrada, melão com presunto cru.

Para acompanhar, um vinho branco – o Marqués de Riscal Rueda Verdejo.  Uva verdejo, safra 2013, um vinho de coloração palha brilhante, de gustativo equilibrado, fresco e cremoso.

Como prato principal a dupla organizadora escolheu a paella marinara, de frutos do mar.

Tudo preparado pelo Chef Tobias Alano Schaeffer.

O segundo vinho foi da mesma vinícula – Marqués de Riscal, uma das mais famosas de Rioja Alta, na Espanha.
Um vinho tinto da safra de 2012, 95% tempranillo, 3% graciano e 2% mazuelo, de intensa cor rubi e tons violeta.

Como sobremesa, churros com sorvete.

A noite terminou com a revelação das amigas secretas e distribuição dos presentes. E a foto final! Acompanhe…

Amigas secretas… Tão secretas que as revelações foram as melhores surpresas da festa!!!
Parabéns Carmem e Gabriela – Foi uma festa linda! Veja abaixo como as amigas se revelaram!

Algumas, mais salientes, fizeram questão de exibir os presentes!!! (lindos e queridos, por sinal)


E é claro a Mamãe Noel fez gracinha…. Mas o filme não publicaremos… Mas a foto final com todas, ficou apenas perfeita!

Espumantes não eram a minha a minha especialidade (em 2007), mas, já que é Dezembro e há que se falar deles, mergulhei de cabeça no projeto e me meti a estudar. Peguei algumas de minhas anotações, degustei alguns novos rótulos, e lembrei de alguns dos papos com os amigos. Destes, me lembrei de um que me indagou sobre um determinado espumante chamado Lambrusco e, nesse momento, se fez a luz! Porquê não começar do inicio? Genial, apesar de óbvio, né? É, parece óbvio, mas realmente, quantos de nós sabemos o que, efetivamente, é uma Cava, um Sparkling wine, um Sekt, um Champagne, uma Asti, ou um Prosecco? Quantos de nós já ouvimos falar de um Crèmant, um Mousseaux ou um Franciacorta? E o Lambrusco?! Hoje sou um apaixonado por este vinhos borbulhantes que transformam os momentos mais simples em momentos de celebração quando abertos.                    Bem, vamos lá, do inicio. Primeiramente o Lambrusco, só para tirar esteassunto da frente, não é um Espumante e sim um vinho frisante produzido na Itália na região de Emilia-Romagna pelo método Charmat (vejam mais detalhes abaixo), de uvas Lambrusco. Não é espumante porque todo o espumante necessita de, obrigatoriamente, ultrapassar uma pressão de gás carbônico de três atmosferas, o que não ocorre com o Lambrusco que é elaborado entre uma a duas. É produzido tanto na versão branca, rosé e tinto, sendo um vinho para consumo rápido já que não suporta envelhecimento. O que mais se exporta para o Brasil é vinho de baixa qualidade, muitas vezes gasificado artificialmente, corte de diversas uvas, sem grandes pretensões e muitas vezes estocados na porta de entrada do estabelecimento tomando sol. Não dá para se esperar muito de um vinho assim. Os melhores são os DOC (Denominação de Origem Controlada) que também são um pouco mais caros, e é um vinho muito mais elaborado. O maior consumo no Brasil é do branco enquanto que na Itália é de, principalmente, tinto. Devido a sua forte acidez e presença de gás, é um vinho que acompanha bem refeições com bastante gordura, como a comida tradicional Mineira, ou uma boa feijoada. Não são grandes vinhos, mas podem ser alegres companhias para momentos descontraídos ou beira de piscina substituindo, com vantagens a cerveja, porém jamais para casamentos que merecem algo que acompanhe e marque a importância do evento, um bom espumante. A temperatura ideal para se tomar um Lambrusco é entre  6 a 8º.

Agora falemos dos Espumantes. Todos os outros anteriormente listados são espumantes, incluindo-se o Champagne que tem esse nome por ser produzido na região demarcada do mesmo nome, na França e é marca registrada. Todos os outros são variações de espumantes produzidos em outras regiões tanto na França, como em outros países como Itália, Brasil, Alemanha, EUA, África do Sul, Austrália, Argentina e Espanha. Por definição os vinhos espumantes naturais são fermentados de uva nos quais a presença do gás carbônico é superior a três atmosferas, normalmente de quatro a seis, e resultam exclusivamente da fermentação alcoólica. Ao ser fermentado, o açúcar é convertido em álcool e gás carbônico ficando retido na garrafa e dissolvido no vinho.  Estes espumantes ganham vários nomes pelo mundo: Champagne, Mousseaux e Crémant (França), Cava (Espanha), Spumante e Prosecco (Itália), Sparkling Wine (EUA e outros paises de língua Inglesa), Espumantes (Brasil e Portugal) e Champaña (Argentina). Todos são espumantes, mas somente o Champagne, produzido na região de Champagne na França, pode ter essa denominação. Mais à frente, veremos as diferenças entre eles. Os métodos mais comuns de elaboração de espumantes são conhecidos como Champenoise, Charmat e Asti.

O método Champenoise, também chamado de “Método Clássico” ou “Método Tradicional”, obrigatório na região de Champagne, na França, e usado em diversas outras partes do mundo é o que, teoricamente, gera espumantes de maior complexidade e elegância com a obtenção de uma perlage fina e constante. Este processo teria sido inventado pelo monge Beneditino Don Perignon no século XVII e consiste em obter o gás carbônico numa segunda fermentação, ocorrida dentro da própria garrafa.  É uma produção artesanal em várias etapas e, conseqüentemente, caro. Primeiro, é feita um assemblage (corte) de diversos vinhos tranquilos que serão a base do espumante. A segunda fase é a formação da espuma, quando o vinho base é colocado na garrafa e acrescido do licor de tiragem – leveduras e açúcar que provocarão a segunda fermentação, que dura cerca de três meses. Depois se dá o envelhecimento. Neste período, o líquido permanece sob as borras das leveduras, o que lhe dá cremosidade. O envelhecimento pode durar de meses a alguns anos. Em seguida, a garrafa é submetida a remouage  – operação lenta e manual de girar a garrafa, posicionada no pupitre (suportes de madeira furados, dispostos em forma de V invertido a 25º, nos quais são colocadas as garrafas), diariamente  durante um período de 8 a 10 meses, em 1/8 de volta. Já desenvolveram equipamentos para executar este serviço de remouage, porém, as melhores casas produtoras ainda o fazem manualmente. É este processo que faz com que as borras da segunda fermentação se concentrem no gargalo, sem turvar o líquido.  Em seguida, faz-se o dégorgement ou degola, fase em que o gargalo é congelado e a garrafa é aberta sob pressão para que as borras sejam retiradas. É neste momento que se acresce o licor de expedição – uma mistura de vinho envelhecido, destilado de uva (cognac) e açúcar – e a rolha definitiva.  È este licor de expedição, e seu teor de açúcar, que vai determinar se nosso espumante será; Nature – até 3 gramas de açúcar por litro / Extra Brut – 3 a 6 gramas / Brut – 6 a 15 gramas / Seco – 17 a 35 gramas e Demi-Sec – 33 a 50 gramas e Doce, acima de 50grs. Por tudo isto, um bom champagne ou espumante produzido pelo método champenoise puro, não pode ser barato.

No método Charmat, nome que homenageia o engenheiro francês criador do processo, a segunda fermentação, que dá espuma ao vinho, ocorre em grandes recipientes de até 10 mil litros, chamados de autoclaves, fechadas. Desta forma, evita-se a remouage e o dégorgement processos que demandam mais tempo e encarecem o produto. O vinho é filtrado ao sair dos tanques para as garrafas. É uma simplificação do método clássico, mas usado com sabedoria, gera espumantes muito bons como o nosso Chandon Excellence, o melhor do Brasil na opinião de diversos críticos e deste vosso amigo aqui.

O método Asti é o usado para a produção de espumantes doces, na Itália. O nome vem de uma região demarcada (DOC) na Itália, onde é produzido com uva Moscato. Consiste de uma única fermentação em grandes recipientes, que é interrompida quando se atinge de 7% a 10% de álcool, deixando açúcares residuais da ordem de 80 gramas por litro (10 vezes mais que um espumante Brut).  O resultado é aromático e pouco alcoólico, que pode funcionar em eventos como recepções e casamentos como aperitivo. Numa refeição, porém, é ideal para acompanhar sobremesas e não os pratos principais. O Brasil produz alguns excelentes espumantes de uva Moscatel, usando este processo. Ressalto dois em especial, o Marco Luigi, para mim o melhor moscatel nacional, e o Aurora que são leves, pouco doces e muito frescos. Uma grande pedida para o nosso verão e, ainda por cima, não são caros. Ótimos para terminar uma refeição, acompanhando a sobremesa, numa tarde quente de verão.

E os Proseccos, Spumantes, Cavas, Sekt, Crèmant, etc.? Bem, na verdade todos são espumantes com características diferentes. Vamos lá:

 

Os Champagnes são elaborados, sempre, pelo o método champenoise. Só são permitidas o uso das uvas: pinot noir, pinot meunier (tintas) e chardonnay (branca). Se for produzido apenas com uvas brancas, será chamado “Blanc de Blancs”. Quando produzidos somente de uvas tintas, menos comum, será chamado de “Blanc de Noir”.

O Prosecco é um espumante produzido na região de Vêneto, original e principalmente na Itália, usando o método Charmat. È elaborado com a uva Prosecco, daí o nome, podendo em algumas regiões sofrer o acréscimo de algumas outras cepas, porém, sempre em porcentuais baixos. Usando as mesmas uvas, existem hoje alguns outros paises produzindo Proseccos. Aqui no Brasil temos a Salton que faz um produto interessante a um preço convidativo. A versão mais seca é denominada como Brut, a Dry, estranhamente, é a mais doce e, a Extra-dry, um meio termo. Os Proseccos DOC são os melhores e temos vários belos exemplares disponíveis no mercado Brasileiro.

Os Spumanti Italianos, especialmente os originados na região de Franciacorta na Lombardia, são os grandes desafiadores da supremacia de Champagne e reconhecidos como ótimos, alguns excepcionais, espumantes. Os Asti spumante, são vinhos leves, adocicados produzidos pelo método Asti e basicamente elaborados com a uva Moscato.

Crémant ou Mousseaux , são espumantes produzidos na França mas fora da região de Champagne. Elaborados tanto pelo método Tradicional, quando são chamados de Cremant, quanto pelo Charmat, quando são chamados de Mosseaux, e com uma maior diversidade de cepas. Os melhores, de qualquer forma, normalmente utilizam Chardonnay na composição e são elaborados pelo método Tradicional. Existe de tudo no mercado então siga nossas dicas e boas compras. Normalmente, melhores os Cremant que os Mosseaux, mãs não é uma verdadade absoluta!

Espumante, é o termo genérico usado no Brasil, Portugal e outros paises de idioma Português para definir todos estes produtos elaboarados fora da região de Champagne. Os produzidos em Portugal, são elaborados pelo método tradicional mas com uma diversidade de uvas bastante grande sendo comum o uso de uvas autóctones. No Brasil, hoje um dos quatro melhores produtores do mundo, os espumantes são elaborados tanto pelo métodoTradicional como pelo método Charmat usando, quase que exclusivamente, as uvas de Champagne ou seja, a Chardonnay e a Pinot Noir. Temos grandes opções a preços convidativos e ótima qualidade.

As Cavas são espumantes produzidos na Espanha pelo método Tradicional, ou Champenoise, na região da Catalunha principalmente em Penedés. Nesta região se usam, quase que exclusivamente ,as uvas autóctones Maccabeo (também conhecida como Viura em outras regiões da Espanha), Parellada e Xarel-lo. Fora da região da Catalunha as Cavas somente podem ser elaboradas com a uva Viura. São uma ótima opção aos espumantes Franceses, não Champagnes, e Proseccos Italianos. Recomendamos algumas boas opções a preços convidativos, valem a pena

Sekt, são os espumantes alemães. Apesar de produtor de grandes vinhos brancos, os espumantes, a nível geral, não são grandes produtos pois usam vinhos importados de menor qualidade para fazer o assemblage. Existem poucas opções disponíveis no mercado Brasileiro.

 Sparkling Wine, é a denominação genérica dada aos espumantes pelos paises de idioma Inglês. Iremos encontrar produção de Sparkling Wine nos E.U.A., Austrália, Nova Zelândia e África do Sul.

Dicas para servir e o que procurar:

1)Para não derramar o espumante ao servir, uma dica é servir primeiramente um fundo de aproximadamente um a dois centímetros para esfriar a taça e, após alguns segundos, completa-se a dose preenchendo dois terços do volume. Muito importante é a taça que você irá usar. Uma boa taça no formato tradicional “flute” fará enorme diferença no “perlage”, borbulhas que sobem como pérolas para o topo da taça, que lhe darão aquela sensação de agulhas na boca. Esta é a verdadeira magia do espumante. O bom espumante tem perlage em abundancia, preferencialmente composta de borbulhas (bolhas) pequenas e persistentes que, na boca, transferem sensações de ”agulhadas”.

2) A temperatura adequada, como em todos os vinhos, é essencial para se apreciar um espumante. Os mais leves e doces deverão ser servidos em torno de 5 a 6º e os espumantes mais evoluídos tipo Brut, a uma temperatura um pouco mais alta entre 8 a 10º.

3) Guarda. A não ser que sejam espumantes safrados de alta qualidade, o melhor é tomar logo, com até três anos de vida, porém quanto mais novo melhor.  Se for comprar o Excellence de Chandon, compre a garrafa nova (caixa preta com dourado) que é a safra mais recente.

4) Busque: Perlage (conjunto de bolhas) finas, abundantes e constantes, uma boa mousse (espuma) que fique no topo da taça como que um colar.

5) Quer chacoalhar e estourar o espumante com aquele estampido espalhando esse néctar pelo chão? Tudo bem, vá em frente, é tudo festa mesmo! Agora, se for apreciar um bom espumante, você estará eliminando um monte de gás que fará falta ao vinho que você tomará em seguida. Nesse caso, solte o arame e apóie o gargalo na palma da mão. Segure o gargalo com os dedos e a rolha com o polegar. A seguir, gire a garrafa com a outra mão provocando uma leve pressão para baixo até que, gentilmente, a rolha se solte com um suspiro, Voilá!

Veja Indicações de espumantes provados, grandes oportunidades de Boas Compras e boas dicas de locais Onde Comprar  em outras seções do blog. Tentei abranger o máximo de informação possível sobre espumantes, mas talvez tenha faltado algo. Se faltar algo, por favor acrescente, o espaço de comentários está ai para isso. Se tiver duvidas, não se acanhe em perguntar. Se eu não souber a resposta, corro atrás. Aguardo seu comentário e, Boas Festas!

Fonte: Falando de Vinhos

O champanhe ou o espumante,  é uma indulgência muitas vezes associada a momentos comemorativos ou ocasiões opulentas. Servi-lo é uma forma de arte, a começar com a escolha, a maneira de servi-lo e como combiná-lo com comida. Seja conhecido como champanhe ou espumante, as bolhas neste estilo de bebida limpam a boca, enquanto sua elevada acidez proporciona um sabor refrescante. Para obter o máximo da experiência, aprenda um pouco da arte de como servi-lo.

Primeiro passo: Entenda a diferença entre champanhe e espumante

Durante muito tempo, todos os vinhos espumantes eram referidos como “champanhe” até que muitos países optaram por aplicar as “regras da denominação”. Isso restaurou a designação técnica de champanhe para que se referisse apenas aos vinhos espumantes cultivados e feitos em Champagne, na região nordeste da França. O champanhe dessa região continua a ser o “padrão” para os vinhos espumantes, porque o clima é fresco e combina com o solo de calcário para produzir uvas muito ácidas, ideais para a elaboração desse tipo de vinho. Além disso, o champanhe desta região tende a ser envelhecido por anos, em vez dos meses de envelhecimento permitido para a maioria das outras variedades. Em outras regiões onde o vinho espumante é produzido, ele tende a ser referido como: Cava na Espanha, Sekt na Alemanha, Spumante na Itália e vinho espumante na Austrália, EUA, Nova Zelândia e África do Sul.
O restante deste artigo cobrirá o champanhe e outros vinhos espumantes de seu estilo.

 

Segundo passo: Selecione o champanhe ou o espumante

Diferentes métodos podem ser utilizados para fabricar o vinho espumante, incluindo o méthode champenoisecharmat, ou cubé close, que exigem períodos variados de fermentação na garrafa. Um processo de menos tempo e trabalho é o de carbonatação de um vinho comum (conhecido em alguns lugares como “vinhos gaseificados”), que ainda pode produzir um vinho espumante agradável. A maioria, mas não todos, dos vinhos espumante são brancos e secos (brut) seguindo o estilo Champagne francês, enquanto outros são doces, no estilo italiano Asti Spumante. Historicamente, o champanhe foi um vinho doce, mas com a mudança de gostos, a variedade mais seca foi favorecida; hoje, não há certo ou errado na preferência de cada estilo, é uma escolha pessoal. Se você não quer um champanhe muito doce, há escolhas apenas parcialmente adoçadas, como o Chandon Cuvée Riche, que pode ser o nível perfeito entre doçura e secura para se adequar ao seu paladar. E se você gosta de um pouco de cor no jantar, há também alguns vinhos espumantes rosés (rosados até tons de vermelho), bem como alguns de lugares como Austrália e Argentina. Embora exista uma grande variedade disponível, algumas boas opções incluem:

  • Champagne: Dom Pérignon, Taittinger Comtes de Champagne e Krug Grande Cuvée.
  • Spumante: Asti, Franciacorta e Trento.
  • Vinho espumante: Schramsberg, Roederer Estate, Domaine Carneros, as variedades da Tasmânia e os da região de Marlborough.
  • O preço é um guia para a qualidade – o champanhe e vinho espumante fermentado em garrafa indica uma produção com trabalho mais intensivo, o que é refletido no preço, enquanto os estilos carbonatados deve ser bem mais baratos. Ou seja, quanto mais você pagar, melhor deve ser a experiência.

Terceiro: Guarde o champanhe ou espumante em um lugar fresco

Antes de estar pronto para servi-lo, mantenha as bebidas em condições de frescas, mas não frias, com pouca luz direta e pouca variação de temperatura. Os porões que ficam entre 4ºC a 15ºC são perfeitos.

Quarto: Tome a melhor decisão de como servirá o champanhe ou espumante

A taça tradicional, um copo alto e estreito, preservará a carbonatação melhor. Uma taça de vinho com uma ligeira protuberância na parte inferior permitirá que mais do aroma do vinho se acumule, sem muita perda de carbonatação. Um cupê de champanhe é um vidro de boca larga visto mais frequentemente nas pirâmides de taças em casamentos. Estes não são ideais para os champanhes secos populares hoje em dia, pois liberam muito da carbonatação e não acumulam os vapores.
  • Apesar da forma menos ideal do cupê de champanhe, uma pirâmide destas taças pode ser uma maneira incrivelmente excitante e bonita de se apresentar champanhe. Isso é especialmente prático quando se tem um grande grupo para entreter, como em um casamento ou uma festa de escritório, por isso essas variedades mais doces são utilizadas nessas ocasiões. Se for fazer uma pirâmide de champanhe, peça ajuda de pessoas que saibam como construí-la, pois ela exige precisão e cuidado para se ter sucesso.

Quinto: Refrigere o champanhe ou espumante antes de servi-lo

Ele tem um gosto melhor quando frio, mas são poucas as chances dele borbulhar ao ser aberto. Os baldes de champanhe normalmente são maiores do que os outros de vinho para permitir mais água e gelo. A temperatura ideal de consumo é entre 7ºC a 9ºC. Se você tiver tempo para isso, quatro horas ou mais na geladeira devem ser suficientes para deixar o champanhe na temperatura adequada.

Sexto: Saiba como servir o champanhe ou espumante

Certifique-se que a temperatura seja adequada – Abra sem sacudir, pois se o processo for feito incorretamente, a bebida pode perder seu distinto sabor borbulhante. Não coloque as taças (pode refrescá-las) para gelar porque a umidade tirará as borbulhas.

Sétimo: Combine o champanhe ou espumante corretamente com o que vai servir

Não é necessário seguir “as regras” religiosamente, pois os gostos pessoais variam consideravelmente. No entanto, você descobrirá que algumas variedades de champanhe combinam bem com queijos, mariscos, lagosta, camarão, caranguejo, ostras, sashimi, ovas de salmão, bolinhos de peixe, tempurá, frango, alimentos asiáticos, pratos com manjericão e coentro, soja, wasabi e sobremesas, incluindo, é claro, o bolo de casamento. A “borbulha” efervescente do champanhe significa que ele tende a combinar bem com alimentos crocantes. Além de considerar as sugestões, esteja sempre disposto a tentar outras combinações e ver como elas funcionam para você.
  • O champanhe seco pode ser usado como aperitivo para a limpeza do paladar depois de comer alimentos salgados ou ao terminar uma refeição, substituindo a sobremesa.
  • O champanhe espumante é uma boa combinação para alimentos ricos e cremosos, devido à sua forte acidez.
  • O champanhe meio-doce não combina muito com alimentos, com exceção de sobremesas. Esse estilo é perfeito para festas de jardim!
  • O champanhe espumante doce é a melhor opção para beber para se divertir, podendo ser acrescentado em ponches e desfrutado com sorvetes ou gelatos.
  • O estilo rosé contêm tanino e é ótimo para a harmonização de pratos com peixes como a truta ou salmão marítimo. O champanhe vermelho (fermentado em garrafa, não carbonatado) é excelente quando combinado com carne vermelha, de caça e peru. O vinho espumante vermelho carbonatado deve ser usado como o champanhe espumante doce.

Oitavo: Sirva o champanhe como parte de uma outra bebida ou refeição

Ele também pode ser misturado em coquetéis, combinado com uma gama de licores e aguardentes, resultando em uma bebida mista ou até mesmo usado na culinária. Essa é apenas mais uma variação nas maneira de servi-lo, embora provavelmente seja melhor reservar este uso para variações mais baratas!

  • Por exemplo, para fazer um coquetel de champanhe muito simples, coloque um cubo de açúcar em uma taça de champanhe, adicionar 5 gotas de Angostura e preencha dois terços com champanhe gelado. Decore com uma fatia de laranja ou meio morango. Se usar um pouco menos de dois terços em cada taça de champanhe, você deve ser capaz de fazer cerca de cinco coquetéis com uma garrafa padrão.
  • Faça um sorbet de champanhe para a sobremesa.
  • Se tiver um champanhe que perdeu o gás, não jogue-o no lixo! Experimente fazer bolo de champanhe, uma solução brilhante para usar sobras da bebida de uma forma saborosa.

agosto e setembro em um super encontro

Agradecemos a participação de todas as bonitas em um encontro que foi particularmente querido.

Todas as bonitas ganharam uma tiarinha italiana para entrar no clima de Piemonte, Itália, região dos vinhos e comida da noite.

E Uma brinadeira que só se faz com amigas que moram bem lá no fundo do coração… Achôôôôôôôôôôô!!!!